LAMPEJO VI

Elisângela Santana Santos é natural de Itabaiana-SE, residiu no povoado Serra do Machado município de Ribeirópolis com seus avós paternos Antônio Nascimento dos Santos (in memória) e Maria Francisca Santos(in memória), em 2008 até 2012 residiu na   cidade de Laranjeiras-SE onde concluiu seus estudos no curso de Licenciatura em Teatro-UFS.              

Desde criança gostava muito de desenhar e pintar, não podia ver lápis de cor que queria pratica arte, adorava misturar as cores dos lápis para ver a composição final. Na escola, as aulas de arte eram sagradas, sempre chamando a atenção do professor com sua dedicação e seriedade na hora de desenvolver seus trabalhos artísticos. Aos poucos, foi ganhando reconhecimento na comunidade e alguns estudantes já a procuravam para fazer trabalhos em cartolina.

Nunca fez nenhum curso de pinturas, mas sempre muito curiosa quando o assunto é arte. Sempre observa as técnicas de outros artistas, mas é sempre sua criatividade e “técnicas” que prevalece. Começou pintando em tecidos, com o tempo sua arte se expandiu dando lugar a novas descobertas em pinturas.

 Alguns trabalhos: pintura em garrafa (reciclagem), pinturas em camisa, conjunto de banheiro, conjunto de cozinha, decoração em quarto de criança, faixas,  muros (propaganda), pintura em tela a óleo (quadros), painéis,  tingimento em roupas, silk-screen (serigrafia), decoração em potes de biscoito, pintura em rosto (maquiagem) e entre outros...

 “Quando estou pintando viajo na mistura das cores. Meus erros nas pinturas são os meus maiores acertos.” (Elisângela)

Nas obras de Elisangela, é visto traços naturais, a qual deixa suas obras ainda mais bela. Essas foram apenas duas de suas criações a qual a primeira é a que possuí um significado importante para ela, sendo a que ela mais gosta e a segunda eu que escolhi, pois a paisagem representada me chamou muita atenção, foi a primeira pintura em tela feita por ela. Ou seja desde do início que suas obras já possuí um traço encantador. 




1. Peteca: Damares
2. Pião: Laine
3. Bilboquê: Vitória Manuela
4. Kabuletê: Daniele Meneses
5. Maraca: Daniele Lima







Comentários

  1. A artista desde criança descobrindo seu talento, gostei muito das obras, é importante conhecermos artistas da nossa cultura sergipana. Os brinquedos ficaram ótimos, amei👏.

    ResponderExcluir
  2. Gosto muito de obras que retratam uma vida pacata e remete a vida no interior e a natureza. Ficaram lindos os brinquedos de vocês.

    ResponderExcluir
  3. Que incrível, temos artistas tão próximos de nós que ressignificam um simples tecido tonando o uma obra de arte maravilhosa. Elisângela é muito talentosa, nasceu com o dom da arte, mas é ótimo perceber que todos nós tbm podemos ser artistas e principalmente uma professora com requisitos voltados para a ressignificação e ampliação de práticas que vibrem o que, de fato, é arte.

    ResponderExcluir
  4. Amei a produção artística de vocês!! Lendo sua escrita conseguir perceber o quanto é importante valorizar artistas locais, uma mulher com grande potência desde criança e que quando cresceu reverberou ainda mais mediante suas produções, fantástico!!

    ResponderExcluir
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  6. Que incrível essa produção artística de ambos, creio que essa demonstração trás uma nova perspectiva sobre os talentos que temos em nossa região e a valorização desse bem tão importante, que é a arte em todos e a particularidade de sermos únicos em cada criação.

    ResponderExcluir
  7. Estou achando incrivel conhecer esses artistas locais! As obras de Elisangelas são incriveis e a sua producão mas seu grupo ficou muito bonito. Parabéns!

    ResponderExcluir
  8. Que incrível, obras tão perfeitas e não ter realizado nenhum curso. Parabéns pelo registro, os brinquedos ficaram lindos.

    ResponderExcluir
  9. Que lindas obras, da pra sentir a delicadeza e dedicação. Seus brinquedos estão muito bem feitos, parabéns.

    ResponderExcluir
  10. Vitória, muito bom que vocês façam esse olhar para a arte e os artistas locais. Gosto muito quando contextualiza sobre a vida e obra de Elizangela, mas ao olharmos para a abordagem triangular de Ana Mae, sinto falta da leitura da obra. Vamos lembrar como fizemos essa leitura na sala: perguntamos sobre as cores, as linhas, as figuras. Perguntamos quais figuras apareciam na tela, o que estava acontecendo na cena, etc... Observe a leitura da obra não aparece na sua postagem e precisamos exercitar isso, pois ao trabalhar arte na educação, não basta apenas apresentar o autor, mas precisamos fazer uma leitura da obra, até mesmo para as criações individuais.bjinhos

    ResponderExcluir

Postar um comentário